EXISTE VIDA APÓS AS FESTAS DE FINAL DE ANO E VOCÊ VAI SOBREVIVER!

“Algumas pessoas deixam de viver por medo de morrer, deixam de amar por medo de perder”.

O alerta é dado, logo que se iniciam os primeiros comerciais de natal, das festividades de final de ano isso para muitos é um terror, que caem, duramente sobre um estado comum nas festividades de fim de ano: a solidão.

Mas, porque será que tantas pessoas transformam essa data de final de ano num processo de dor, de sofrimento e solidão? Porque, os ciclos, as mudanças, sempre nos deixam reflexivos e introspectivos. E nesses momentos é preciso ter energia suficiente para mover-se e transformar a dor em lembrança boa,  sabe, resignificá-la!

Existem famílias que conheço, e amigos, também, que perderam alguém querido e deixam, simplesmente, de celebrar as comemorações de final de ano por pura tristeza e isso me intriga sempre…Será esse o melhor caminho?

Se a morte aconteceu muito próxima a essas datas festivas, que deixam as pessoas mais sensibilizadas, é comum a idéia de que se “está desrespeitando a memória do morto” ou então a pessoa enlutada pode até sentir culpa em algum aspecto da relação com o morto, ou não se sente bem em eventos sociais, são muitos os motivos…
Geralmente no primeiro ano de luto essas datas mobilizam mais e são mais difíceis de enfrentar. Devemos respeitar o movimento de cada grupo. Eu acho, pessoalmente, que devemos sempre celebrar a vida  a  todo momento,  mas entendo que quando perdemos alguém muito especial é muito difícil raciocinar dessa maneira, a emoção toma conta da situação! Achamos que não iremos sobreviver. O caminho tem a ver com viver o luto.
O luto é um processo, portanto devemos esperar a conclusão do mesmo para que a Gestalt  se feche. O tempo é o tempo de cada um, e isso implica em muitas variáveis que irão direcionar o processo. Se falarmos  de um luto “normal” podemos falar em um ano, dois, três, quatro, podemos dizer que o limite é o não interromper com as atividades principais da vida cotidiana, é ter energia suficiente para mover-se para frente e transformar a dor em lembrança, resignificá-la.

Mas, outra coisa normal nessas festa de final de ano, são aquelas pessoas, solteiras, separadas, divorciadas, agirem como se fosse o fim do mundo passar o réveillon sem um par, sem um namorado e penso, mas penso mesmo, que gostar de si, nessas horas, é fundamental para lidar com a solidão! Trabalhar a auto-estima e viver o que se apresenta no momento, e, sabemos, tudo na vida tem os dois lados. Ficar só pode significar também a possibilidade de encontrar algo ou “alguém” que lhe complete a falta e isso tudo, tem a ver porque somos desamparados!  Nascemos e morremos sós, mesmo os gêmeos têm dois momentos de nascer e dois momentos de morrer. Ninguém nasce por nós e também não pode morrer no nosso lugar. Precisamos nos apegar a algo ou alguém para nos sentirmos seguros, para nos proteger do único evento que não podemos controlar: a finitude, a impermanência, a efemeridade da vida, o tempo, o nada. A angústia existencial e a angústia da morte geram a crise do não-saber o que virá depois e isso nos atormenta. Queremos descobrir um sentido para a vida, mas temos pouco tempo, em média pouco mais de 70 anos de vida. E nos perguntamos: para onde vamos depois?

E, enquanto pensamos assim, esquecemos de lidar com as pessoas com o seu finito e só as valorizamos, quando as perdemos e nos esquecemos, que o desapego às coisas e às pessoas é um exercício que devemos fazer continuamente, pois não temos nada além da própria vida, tudo nos é emprestado: a nossa casa, o nosso trabalho, os nossos familiares, os nossos objetos materiais, o nosso planeta. Quando nos apegamos em demasia a uma outra pessoa ,perdemos a nossa própria base, a base em nós mesmos… Ficamos dependentes, temerosos em perdê-la. Podemos amar e sermos desapegados. Desamor não tem nada a ver com desapego. Isso com certeza, traz benefícios não apenas para a pessoa, mas também, para a relação. Então se você sente falta de alguém durante esse período e se sente só no natal e no ano novo entenda, definitivamente, que viver o luto é fundamental para que a pessoa se restabeleça e não apresente sintomas posteriormente,mas não viva um  luto mal elaborado. Trabalhe a dor da perda e isso é fundamental para o desenrolar do processo de forma saudável. Expressar o pesar ajuda a encarar a realidade da perda além de liberar material afetivo intenso, isso é bom para o processo do luto. Mas não se abandone nas festas de final de ano, não desista de você! Não desista das pessoas que lhe querem bem! Se faça feliz! Se oportunize, pois vá que exatamente nesse dia , é o dia em que você irá encontrar aquela pessoa especial? Vai saber, se  não será naquele dia não irá acontecer algo muito positivo em sua vida?

E, Olha, comemore o Natal intensamente, Viva as Festas de Final de ano com  todo o seu vigor, pois elas passam… E, não esqueça, você vai sobreviver!

“Algumas pessoas deixam de viver por medo de morrer, deixam de amar por medo de perder”.

O alerta é dado, logo que se iniciam os primeiros comerciais de natal, das festividades de final de ano isso para muitos é um terror, que caem, duramente sobre um estado comum nas festividades de fim de ano: a solidão.

Mas, porque será que tantas pessoas transformam essa data de final de ano num processo de dor, de sofrimento e solidão? Porque, os ciclos, as mudanças, sempre nos deixam reflexivos e introspectivos. E nesses momentos é preciso ter energia suficiente para mover-se e transformar a dor em lembrança boa,  sabe, resignificá-la!

Existem famílias que conheço, e amigos, também, que perderam alguém querido e deixam, simplesmente, de celebrar as comemorações de final de ano por pura tristeza e isso me intriga sempre…Será esse o melhor caminho?

Se a morte aconteceu muito próxima a essas datas festivas, que deixam as pessoas mais sensibilizadas, é comum a idéia de que se “está desrespeitando a memória do morto” ou então a pessoa enlutada pode até sentir culpa em algum aspecto da relação com o morto, ou não se sente bem em eventos sociais, são muitos os motivos…
Geralmente no primeiro ano de luto essas datas mobilizam mais e são mais difíceis de enfrentar. Devemos respeitar o movimento de cada grupo. Eu acho, pessoalmente, que devemos sempre celebrar a vida  a  todo momento,  mas entendo que quando perdemos alguém muito especial é muito difícil raciocinar dessa maneira, a emoção toma conta da situação! Achamos que não iremos sobreviver. O caminho tem a ver com viver o luto.
O luto é um processo, portanto devemos esperar a conclusão do mesmo para que a Gestalt  se feche. O tempo é o tempo de cada um, e isso implica em muitas variáveis que irão direcionar o processo. Se falarmos  de um luto “normal” podemos falar em um ano, dois, três, quatro, podemos dizer que o limite é o não interromper com as atividades principais da vida cotidiana, é ter energia suficiente para mover-se para frente e transformar a dor em lembrança, resignificá-la.

Mas, outra coisa normal nessas festa de final de ano, são aquelas pessoas, solteiras, separadas, divorciadas, agirem como se fosse o fim do mundo passar o réveillon sem um par, sem um namorado e penso, mas penso mesmo, que gostar de si, nessas horas, é fundamental para lidar com a solidão! Trabalhar a auto-estima e viver o que se apresenta no momento, e, sabemos, tudo na vida tem os dois lados. Ficar só pode significar também a possibilidade de encontrar algo ou “alguém” que lhe complete a falta e isso tudo, tem a ver porque somos desamparados!  Nascemos e morremos sós, mesmo os gêmeos têm dois momentos de nascer e dois momentos de morrer. Ninguém nasce por nós e também não pode morrer no nosso lugar. Precisamos nos apegar a algo ou alguém para nos sentirmos seguros, para nos proteger do único evento que não podemos controlar: a finitude, a impermanência, a efemeridade da vida, o tempo, o nada. A angústia existencial e a angústia da morte geram a crise do não-saber o que virá depois e isso nos atormenta. Queremos descobrir um sentido para a vida, mas temos pouco tempo, em média pouco mais de 70 anos de vida. E nos perguntamos: para onde vamos depois?

E, enquanto pensamos assim, esquecemos de lidar com as pessoas com o seu finito e só as valorizamos, quando as perdemos e nos esquecemos, que o desapego às coisas e às pessoas é um exercício que devemos fazer continuamente, pois não temos nada além da própria vida, tudo nos é emprestado: a nossa casa, o nosso trabalho, os nossos familiares, os nossos objetos materiais, o nosso planeta. Quando nos apegamos em demasia a uma outra pessoa ,perdemos a nossa própria base, a base em nós mesmos… Ficamos dependentes, temerosos em perdê-la. Podemos amar e sermos desapegados. Desamor não tem nada a ver com desapego. Isso com certeza, traz benefícios não apenas para a pessoa, mas também, para a relação. Então se você sente falta de alguém durante esse período e se sente só no natal e no ano novo entenda, definitivamente, que viver o luto é fundamental para que a pessoa se restabeleça e não apresente sintomas posteriormente,mas não viva um  luto mal elaborado. Trabalhe a dor da perda e isso é fundamental para o desenrolar do processo de forma saudável. Expressar o pesar ajuda a encarar a realidade da perda além de liberar material afetivo intenso, isso é bom para o processo do luto. Mas não se abandone nas festas de final de ano, não desista de você! Não desista das pessoas que lhe querem bem! Se faça feliz! Se oportunize, pois vá que exatamente nesse dia , é o dia em que você irá encontrar aquela pessoa especial? Vai saber, se  não será naquele dia não irá acontecer algo muito positivo em sua vida?

E, Olha, comemore o Natal intensamente, Viva as Festas de Final de ano com  todo o seu vigor, pois elas passam… E, não esqueça, você vai sobreviver!

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